57 anos, profissional liberal. Vivo no Porto. Adoro mulheres sensuais, apaixonadas, vibrantes... Acompanhante masculino. Simpático, discreto, culto, meigo e carinhoso. Desloco-me a domicílios, hotéis e motéis. Disponibilidade algo limitada, por motivos profissionais. Qualquer encontro deverá ser marcado com alguma (pequena) antecedência.
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domingo, 7 de outubro de 2018
Desejos
Senhora buscai em meu corpo teu desejo louco,
sou homem não sou santo a ti abro meu manto
e se beberes na bruma da manhã desse prazer que não é pouco,
deitarei meu corpo em teu leito te causando espanto.
Em desalento, mesmo distante do legado em jeito,
faça de meu corpo tua moradia como febre em estadia,
lânguida, em minha pele com teus delírios me deito
e de belo agrado te aninho em meu pulsante peito.
Sou teu pecado não sejas mulher ternura,
na cama tuas vontades recebo como tua melhor criatura
e pecai...muito, por prazer não perdes a candura.
Faça da carne a música como escultura bêbada
e do poema um rio solto em direção ao revolto mar,
solte o leme da escuna, naufrague nas ondas desse lindo namorar.
por Douglas Mondo
fotografia de Stanislav Blagenkov
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Parched
With each warming word,
each lusty sighing breath
you draw my milky fluid forth
tissue swelling swollen sweet
lotus bud bursts to blooming
wetness wild drenching
inner thighs sex slipping
against one another
engorged with red love
squirming delirious discomfort
the best kind of torture…
so take me home with you
tease me hard till I come
heaving heavy hot breaths
watching you privately perform
show me your thick pulsing heat
fill me with it hard and deep
let my rosy gates welcome
you in with warm wet embrace
over and over, over and over
dehydrated by climactic end
thirsty for hydration, I beg
drip drops of quenching water
in my gaping mouth if I behave
then show me exactly what
to do to you once more
to please your soul with mine
to make me parched again
by Emily Clapper
photography of Stanislav Blagenkov
domingo, 15 de setembro de 2013
Sœur Caroline (les Laudes)
La prière des laudes, dès l’aurore
Les rêves de Soeur Caroline s’évaporent
Elle se lève et contemple son corps dénudé
Au reflet de l’eau d’un vieux récipient émaillé
Il y a en elle comme un goût d’inachevé
Le reste d’une vie qu’elle ne veut pas gâcher
L’eau fraîche du matin glisse sur sa peau
Se faisant dresser la pointe de ses seins
Dessinant comme des ruisseaux
Le long de la courbure de ses reins
Charriant la moiteur de la nuit
Pour enfin atteindre son pubis
Elle badigeonne son bas ventre
D’une crème onctueuse et odorante
Et approchant la lame aiguisée
D’un rasoir frauduleusement importé
D’un geste rapide et assuré
Elle tranche le poil
Peau douce, et chatte rasée
Soeur Caroline caresse son minet
Elle savoure ce moment divin
Ce rituel du quotidien
Une dernière onction d’huile sainte
Parfumant son sexe d’absinthe
Mais l’heure des laudes a sonné
Soeur Caroline sort de ses pensées
Elle enfile sa culotte de dentelle
Et déroule ses bas de soie
Plonge dans sa robe de pucelle
Et part rejoindre ses Soeurs de foi
por Ladge Damond in La Passion des Poèmes
fotografia de Stanislav Blagenkov
terça-feira, 28 de julho de 2009
Encuentro

Besos, caricias, encuentros
mujeres a flor de piel.
Cuerpos desnudos
almas vestidas de amor
listas para danzar
en la fiesta de la unión.
Lucha, discurso, revuelta
intensidad que nos confronta
crecemos con energía, vitalidad y miedos.
Máscaras que caen al suelo
rodando a los pies del imperio.
Música
Alegría
Poesía
erotismo por siglos retenido
despertando hoy, para sentirnos,
bugas, lesbianas, dudosas
rompiendo cadenas
bailando al ritmo de la vida.
Brujas, magas, curanderas
entregándonos con fuerza
destruyendo esquemas.
Amigas nuevas y viejas conocidas
parejas
novias
compañeras
unidas al fin en el espacio.
Lágrimas
risas
promesas
deseo cumplidos y anhelos
volando por el tiempo
desencuentros que se quedan en el camino,
recuerdos del futuro que presiento.
por Amparo Jimenez
fotografia de Stanislav Blagenkov
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Modo de amar ― VI e VII

Modo de amar – VI
Inclina os ombros
e deixa
que as minhas mãos avancem
na branda madeira
Na densa madeixa do teu ventre
Deixa
que te entreabra as pernas
docemente
Modo de amar – VII
Secreto o nó na curva
do meu espasmo
E o cume mais claro
dos joelhos
que desdobrados jorram dos espelhos
ou dos teus ombros os meus:
flancos
na luz de Maio
Por Maria Teresa Horta
fotografia de Stanislav Blagenkov
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